

Para comandar seu comportamento, a minhoca se serve de uma fusão de corpos dilatados constituídos por células nervosas que atuam como um centro de influência nervosa.
São dois destacados gânglios que se unem a outros da cadeia nervosa, através de dois nervos que envolvem o esôfago. A conformação desta cadeia nervosa ventral, que percorre da boca à cavidade anal da minhoca, se caracteriza pela interligação de numerosos gânglios que faz lembrar uma escada e lhe confere, por isso, a denominação de sistema nervoso ganglionar escalariforme.
Mesmo sendo mais rudimentares que o cérebro de animais evoluídos, os gânglios supra-faríngeos, também chamados de gânglios cerebrais, comandam os estímulos recebidos por terminações nervosas e, então, determinam reações como a de aversão à luz (fototropismo negativo), preferência por certos alimentos (paladar), ascensão à superfície do substrato em decorrência de um encharcamento (geotropismo negativo), necessidade de sentir o corpo envolto por algo (tigmotaxia positiva) e outros sentidos importantes no comportamento do anelídeo.
Estes gânglios cerebrais, tratados também como cérebro, se localizam na extremidade anterior do corpo da minhoca, logo nos primeiros segmentos.
Afrânio Augusto Guimarães - zootecnista / MINHOBOX.
Resposta: Nos iniciais.
Ganhadora: Eluzai Rodrigues Alves.