| LOJA
DA MINHOCA Produtos
para a minhocultura
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MINHOBOX
Minhocultura
em
caixas |
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MINHOBED
Minhocultura
em
colchões |
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JORNAL
DA MINHOCA Periódico
da minhocultura |
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MINHOÍSCA
Iscas
vivas para pesca |
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HUMAIS
Substratos
para jardinagem |
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| REVISTA
RURAL DO BRASIL Criação em caixas grandes
garante maior produção (maio 2006) |
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Uma
nova forma de criação foi patenteada
pela Minhobox e assegura, dentre outras facilidades,
a possibilidade de se estipular o comprimento da
minhoca para que que sirva de alimento a animais
de pequeno porte, como peixes e aves. O zootecnista
e proprietário da empresa, Afrânio
Augusto Guimarães conta que o minhocário
já foi exportado para 16 países, em
todos os continentes. E tende a crescer a cada vez
mais.
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No
sistema convencional, as minhocas são criadas em
canteiros e o inconveniente fica por conta da separação
dos animais com o húmus, feita tradicionalmente com
uma peneira. O processo, além de oneroso, provoca
a morte de muitas delas e faz com que fiquem vulneráveis
a predadores, como formigas e sanguessugas. Pela nova técnica,
as minhocas são criadas em caixas, onde se alimentam
durante vinte e cinco dias. Após este período,
se remove o fundo da caixa para transferi-las para uma outra
caixa abastecida de mais alimento. “Nos quatro níveis,
elas estão se alimentando e no último nível
se transferindo”. Uma outra vantagem está no
aproveitamento do especo por ser verticalizado e na possibilidade
de acoplar um funil anti-predador para impedir acesso de
formigas. Com a passagem entre caixas, as minhocas se separam
naturalmente do húmus e ficam livres do peneiramento
e do manejo habitual. No espaço correspondente à
produção de quinze toneladas de húmus
por período, é possível produzir três
vezes mais com as caixas.
O trabalho da Minhobox é feito com
duas espécies: a vermelha-da-califórnia e
gigante-africana. As minhocas comercializáveis não
são as que vivem na terra, mas sim as detritívoras
(que vivem no substrato). As minhocas vão se dividir
em dois grandes grupos: as geófagas, que vivem na
terra e comem matéria orgânica, e as detritívoras,
que se alimentam de detritos. A matéria-prima da
minhocultura é resíduo orgânico. Apesar
de o esterco ser comumente utilizado na minhocultura, é
possível utilizar restos vegetais como alternativa.
O minhocário é todo móvel,
o que possibilita transferi-lo entre propriedades. As caixas
atendem ainda às necessidades térmicas dos
animais e impedem a entrada de ervas daninhas, pois são
tampadas. E o setor promete crescer ainda mais. Os produtores
já se preparam para a adequação aos
requerimentos necessários para exportação
de húmus. |
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