Nas grandes elevações topográficas, o anelídeo sobrevive eficazmente em meio às adversidades típicas de baixa disponibilidade de oxigênio e temperaturas diminutas.
Na região nordeste do Hymalaia, por exemplo, quinze espécies de minhocas ocorrentes são nativas. Nas áreas montanhosas do território de Kashmir, ao norte da Índia e sul da China, o anelídeo vive a 3800 metros acima do nível do mar.
Mesmo não ocorrendo minhocas nos solos montanhosos e pobres do Tajiquistão com cordilheiras de até 7.495 metros acima do nível do mar, a experiência de introduzir espécies com a finalidade de beneficiar solos cultivados de grandes altitudes do país da Ásia Central foi bem-sucedida.
Na região andina e amazônica da Colômbia, o segundo país em megadiversidade biológica, um trabalho de levantamento da oligofauna realizado na região andina e amazônica da Colômbia acusou a ocorrência de minhocas vivendo a 4500 metros de altitude, como as espécies nativas Maipure ecuadoriensis, Maipure agrícola e Andiodrilus shuetti, por exemplo.
Resposta certa: 4500m.
Afrânio
Augusto Guimarães - zootecnista / MINHOBOX.